Sweet Little Eighty-One

Serve só como registro, já que não estou muito inspirado para escrever sobre isso (ou para escrever sobre qualquer coisa). Que se diga que o nego Berry, com todos seus 81 anos ainda consegue mexer com a cabeça, coração e ouvidos de quem o presencia. Com mais simpatia e experiência do que propriamente habilidade, ele comandou um curto show de uma hora para uma platéia que estava lá para vê-lo. Só isso. A presença de Chuck Berry, por si só, já enaltecia o espetáculo e as músicas, que não estão mais elétricas como de outrora.

Pelo que li da crítica sobre o show de São Paulo fui pensando que ia ser uma droga. Felizmente, posso dizer que se foi ruim em São Paulo, aqui não foi. Bem comunicativo e carismático, Chuck levou o show com calma. Chegou a sentar uma hora, por causa do cansaço, e por vezes mandava o tecladista fazer uns solos. Seria exigir demais que aos 81 anos rasgasse os famosos solos na velocidade do bom e velho twist. Não dava mais pra dançar, e nem quando houve uma chance de acontecer, em Johnny B. Goode, a platéia, composta por diferentes faixas etárias não se moveu muito.

Ao coro de “Chuck! Chuck!”, Chuck Berry, 81, americano, pioneiro do Rock & Roll, saiu do palco para entrar na história e na memória de todos os que compareceram na fria noite do dia 21 de Junho no Pepsi On Stage.

Long Live Rock & Roll!

Uma resposta para “Sweet Little Eighty-One

  1. Marcelo Figueiredo Duarte

    Rock is dead, they say…

    Well… CHUCK IS NOT!!!

    Long live rock!!
    \,,/

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