Papinho verde radical

Certas vezes começo a pensar para onde as coisas vão depois que as consumimos. Algo a la Ilha das Flores, do Jorge Furtado. Nessas, preocupo-me com o destino que são dadas às nossas sacolas plásticas, pilhas e baterias. Faço questão de esforçar-me para separar em meu quarto um lixo só para papel (embora as vezes coloque um plástico no meio, pura preguiça). É o pequeno gesto que faço, dentre tantos que poderia fazer. Esses tempos, levei umas pilhas velhas para a faculdade para descartar em um daqueles depósitos que tem na UFRGS, algo já mais avançado.

Entretanto, essa é a consciência que tenho das coisas. Algo que adquiri ao longo dos anos de escola, onde tive experiências bárbaras com a natureza e tive sorte de ter professores que me concientizassem acerca desses fatos enquanto ainda era criança. Ponto para o Colégio Anchieta. Gerações anteriores a minha, e mesmo algumas pessoas da minha própria, não estão cientes dos fatos ou não estão nem aí. Fato é que algo horrível está acontecendo e está sendo banalizado: o consumo desenfreado irresponsável ecologicamente.

Eu acharia interessante se a prefeitura ou outros órgãos influentes fizessem campanha sobre o descarte correto de certos produtos, como pilhas e mesmo o tal óleo de cozinha, mostrando uma verdadeira preocupação com a qualidade de vida de todos.

Acredito que esse não é somente um papinho verde radical, mas sim uma oportunidade de melhorarmos nossas vidas. Nossa água, que é totalmente tratada quimicamente e mesmo assim, principalmente no verão, acaba com aquele gosto de alga (tóxico para nós) poderia ser melhor se não descartássemos tanta coisa erroneamente. Ao caminhar por grandes avenidas poderíamos fazer menos mal à nossa própria saúde se tentássemos utilizar mais os transportes públicos, quando desnecessário o uso do carro.

Enfim, são tantas atitudes que não cabe a mim listar. Cabe a todos conscientizarem-se e buscá-las por conta própria. Após ver a propaganda do Instituto Akatu sobre esse tema, fiquei feliz que pelo menos alguém está fazendo algo, infelizmente só em São Paulo, ainda não conheço atitudes que partam da avançadíssima (ou pelo dizem ser) sociedade gaúcha.

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5 Respostas para “Papinho verde radical

  1. Walter, o garoto ecológico…

    “utilizar mais os transportes públicos, quando desnecessário o uso do carro.”
    mta mão. xD

    é é.. tu diz isso, mas quantas vezes eu ja vi o Walter motorizado la no vale.. hein hein?! queremos saber! queremos a verdade! ò.ó
    xD

  2. Eu sou ecológica, pelo visto, mas por que não dirigo. Pensei seriamente em comprar uma bicicleta em lugar de tirar carteira. Só ia complicar nos dias de chuva.

    Acho que toda a minha consciência ecológica veio do fato de os meus pais sempre separarem lixo, até mesmo óleo de cozinha. Enfim, tu vê alguém fazendo, aprende a fazer também…

  3. Marcelo Figueiredo Duarte

    Algo me diz que agora serei ainda mais ecológico do que já sou. Carro outra vez, não tão cedo…

  4. Aqui em casa começamos a separar o lixo esse ano, coisa que deveríamos estar fazendo há muito tempo…

  5. Olha, acho que com pequenos atos podemos mudar bastante já… Digamos, esse lance de conscientização é muito importante, assim como saber as consequências que tem na natureza daquilo que consumimos…

    Mas que bom que tu te importa com isso, o nnicked! =D

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