Tennis

De longa data sou fã dos jogos de tênis. Minha memória mais remota referente ao esporte, remete a um dia de inverno no qual eu acordo às 5 da manhã (portanto 2 horas antes da aula) para acompanhar uma partida do torneio de Roland Garros. Lembro de ter sido nos anos anteriores ao primeiro título do nosso Guga no torneio, embora ele já estivesse quase no auge da forma. Lembro de um primo meu ter me emprestado um jogo, Roland Garros, que não era licenciado pela ATP – os nomes eram todos trocados, por exemplo: subentendia-se que o cara chamado Schwarz era o Gustavo Kuerten. Aliás, essa era uma característica dos games da época, pois me lembro de o Grand Prix (aka GP), de fórmula 1, ter nas primeiras versões nomes estapafúrdios para os pilotos. Simplesmente viciei no tal do joguinho.

Logo me pus a assistir outros Grand Slams (como são chamados os torneios de maior importância do circuito internacional): Australian Open, Wimbledon, US Open. Devo admitir que não vejo graça em torneios menores, pois não têm todo o glamour e não apresentam a mesma qualidade técnica que é bonita de se ver em um Grand Slam – Copa Gerdau = tédio. Durante um tempo eu soube quase toda a lista dos TOP 10 feminino e masculino, nos meus áureos anos de tênis na frente da televisão.

Devido ao meu crescente interesse no esporte, tentei aprender de fato o jogo. Eram aulas de graça nas quadras (hoje reformadas) da Av. 24 de Outubro, na frente do DMAE. Porém devido às condições climáticas de Porto Alegre a continuidade das aulas era um desafio, sendo as quadras ao ar livre. Fora a dependência de transporte fazendo minha mãe me levar ao lugar em plena manhã de sábado. Acabei desistindo. Muitos anos depois, enquanto residia em Florianópolis, fiquei sabendo de um projeto de ensino de tênis, na UFSC, aberto à população e a preços muito acessíveis. Também era em quadras a céu aberto, mas creio que o clima de Florianópolis tenha conspirado para que eu conseguisse ter uma evolução na prática. Com essa experiência de 6 meses, aticei minha vontade de realmente aprender a jogar e não só babar na frente da televisão.

Hoje, após passar algumas horas da madrugada vendo o Australian Open, resolvi movimentar o blog com esse tema. Mas um dia espero deixar a teoria e a alcunha de espectador para, novamente, tentar a prática.

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2 Respostas para “Tennis

  1. Te associa no Grêmio Náutico União e bora jogar =D

  2. Esporte da burguesia, oihaiahaiha.

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